ABS 2022
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Using RNA-seq to understand why we feel sick
Patricia C. Lopes1, Josh J Faber-Hammond2, Chandler Siemonsma1, Sachin Patel1, Suzy C. P Renn2. 1Chapman University, Orange, CA, United States; 2Reed College, Portland, OR, United States

The social environment can affect animal physiology, with important health implications. For example, in humans, social isolation is a risk factor for worsened health outcomes. Zebra finches, Taeniopygia guttata, undergoing an immune challenge and presented with females show reduced behavioral symptoms of sickness, indicating that the social environment influences how these birds respond to an infection. How the social environment changes brain responses to an infection is not known. Using RNA-seq, we studied male zebra finch neural molecular responses to an immune challenge under four social environments. Finches in each social environment showed distinct transcriptomic profiles in response to an endotoxin challenge. Out of the four treatments, males paired with a novel female had the smallest number of differentially expressed genes as a response to endotoxin. Thus, acute changes to the social environment have major implications for how the brain responds to an infection.

Portuguese Version

O ambiente social pode afetar a fisiologia animal, com importantes implicações para a saúde. Por exemplo, em humanos, o isolamento social é um fator de risco para of desenvolvimento de várias doenças. Quando mandarins machos, Taeniopygia guttata, são submetidos a um desafio imunológico e apresentados a fêmeas, os seus  sintomas comportamentais de doença são reduzidos, indicando que o ambiente social influencia a forma como essas aves respondem a uma infecção. A forma como o ambiente social muda as respostas do cérebro a uma infecção não é conhecido. Usando RNA-seq, estudamos as respostas moleculares neurais de mandarins machos a um desafio imunológico em quatro ambientes sociais. Em cada ambiente social, os mandarins mostraram perfis transcriptômicos distintos em resposta a um desafio de endotoxina. Dos quatro tratamentos, os machos que conviveram com uma fêmea nova tiveram o menor número de genes expressos diferencialmente como resposta à endotoxina. Assim, mudanças agudas no ambiente social têm implicações importantes sobre como o cérebro responde a uma infecção.